понедельник, 9 мая 2016 г.

Lago dos Cisnes: intento de gorbachovizar a história russa

Na beira do "Lago dos Cisnes" em Moscou ao lado do Mosteiro Novodévichi há um monumento que poucos russos entendem que tem a ver com a Rússia? São uma pata e oito patinhos de bronze... 

Passeando pelo Parque do Lago nós russos costumamos pensar em Piotr Tchaikovsky, que foi inspirado aqui para compor seu famoso ballet. Também pensamos em Pedro, o Grande, que mandou enforcar na beira do Lago do Mosteiro Novodévichi a 230 militares, sospeitos (só suspeitos!) das simpatias politicas para sua meia-irmã Sofia (que já tinha sido enclausurada no mosteiro como monja) - seus cadáveres ficaram vários meses no ar até o inicio de verão, aterrorizando ao povo e a Sofia que estava dentro do Mosteiro. 

Bonito lugar!

Então, aparecem essa pata e 8 os patinhos. A placa diz que é um presente dos EUA para a Rússia. Se trata de um livro "muito famoso" nos EUA: "Make Way for Ducklings". Mas ninguém na Rússia conhece este livro! Só faz pouco tempo que encontrei na biblioteca do meu bairro este livro para crianças de até 2 anos. Não está mal... São desenhos da cidade de Boston vista pelos patos. O livro é tão famoso em Boston que até se organizam lá as Paradas dos Patos! Sem dúvidas esta estupidez de levar para Moscou os patos de Boston poderia acontecer só com a ajuda de Gorby. Me pergunto, por que Gorby não quis instalar este monumento no túmulo de sua mulher Raiça, que está enterrada perto, no Cemitério do Mosteiro Novodévichi?

Mas está bom. O monumento aos 8 Patinhos fica na beira do Lago dos Cisnes.

Os cisnes se ofenderam e foram embora para os mais centrais Lagos de Patriarcas, mas os patos sim, ficaram, animando os turistas estrangeiros. Um casal do México ficou ali durante uns 10 minutos tirando fotos, porque eles tinham justamente 8 filhos homens! Eles me contaram uma história engraçada, que uma vez em Dubai, os moços do hotel descobriram que o casal tinha 8 filhos, e como os árabes tem o culto aos filhos homens, todo os homens do hotel consideraram que era seu dever beijar a mão de meu amigo mexicano "para ter sorte em sua vida familiar".

Um mosteiro medieval, atmósfera relaxada de fantasias, patos do sonho americano de Gorby... Perto ficam os arranha-ceús de Moscow-City. É tudo um contexto da transição desde os tempos oscuros até a "Apertura" e "Convergência"...

Mas pela causa de todas estas histórias estranhas eu tenho uma outra associação com 8 patinhos gorbachovianos: em Zadonsk (uma cidade da região de Lipetsk) há um monumento à Mãe. Maria Matveevna Frolova, que perdeu na Grande Guerra Patriótica seus 8 filhos homens, pagando assim sua parte do orçamento da Vitória.

среда, 20 апреля 2016 г.

Rússia: a terra separatista

<em meados do século XVIII> no tempo de paz o transporte de cargas de Arcangelsk para Londres pelo mar era mais rápido e econômico que de Arcangelsk para Moscou pela terra < O rei da Inglaterra Jaime I valorizou tanto esta região, que em 1612-1613, quando as tropas da Polônia e cossacos tomaram Moscou, ele até analisava a possibilidade da colonização direita de Arkhangelsk (Dunning 1989; Kagarlitski 2003)>. No tempo de guerra as cargas militares eram transportadas de Gibraltar para Balaclava mais rápido que de Moscou para Crimeia <A guerra da Crimeia, Inglaterra/Francia/Turquia vs Rússia>.

No início do século XIX fornecer as cargas para as bases russas no Alasca era 2-4 vezes mais econômico pelos 3 oceanos do que pela Sibéria. Além disso, pelos oceanos era mais seguro. Dessa forma, com a circunavegação de São Petersburgo ou Odessa, o Império Russo abastecia de trigo e azeite a América Russa.

O transporte de peles do Alasca para a China pela Sibéria demorava 2 anos; os navios americanos transportavam as peles em 5 meses.

Tecnicamente e psicologicamente a Índia estava mais perto de Londres do que muitas províncias do Ímperio Russo de São Petersburgo.

Os oceanos conectavam, quando a terra separava.

No mar haviam inimigos e piratas, mas não haviam súbditos. Estes últimos são povos estranhos, descontentes ou rebeldes que precisavam ser pacificados, estudados, trasladados, ilustrados, fiscalizados e recrutados pelo governo, que possuia a responsabilidade sobre eles perante o mundo.

Um fragmento do ensaio de Alexandr Etkind.

воскресенье, 20 марта 2016 г.

Vladímir Oidupaa Oiun (1949 - 2013) é um gênio nato da República da Tuvá (Rússia). Vladímir Oidupaa Oiun foi tão genial que é considerado o criador do novo sub-estilo dentro da kargyraa (um dos estilos do canto difônico tuvano - canto efetuado com a garganta). O novo sub-estilo leva seu nome - kargyraa-oidupaa, e tem seus seguidores e admiradores.

A característica da kargyraa-oidupaa é uma sínteses da tradição tuvana do canto difônico e do romance soviético, um gênero do canto sentimental, inspirado na música cigana, acompanhado pelo bayan (acordeão russo) ou violão.

Se você gosta de Tom Waits, você vai gostar de Vladímir Oidupaa Oiun. Eu até diria que Tom Waits ao lado de Vladímir Oidupaa Oiun é um nada em comparação com o infinito.


Ao mesmo tempo Tom Waits é uma estrela internacional e Vladímir Oidupaa Oiun é pouco conhecido. Os marginais russos gostam de sua música, sim. Os japoneses também reconheceram seu talento. Ele é famoso na Europa. Mas na mesma Tuvá, sua patria, a percepção de Vladímir Oidupaa Oiun é dupla: por um lado, ele é um dos poucos tuvanos famosos mundialmente, por outro lado ele é violador da tradição, que misturou o canto sagrado com a música de profanos.

É muito interessante como Vladímir Oidupaa Oiun virou famoso.

Ele foi criminoso, foi condenado 3 vezes, sempre por crimes hediondos, e passou 33 anos nas prisões da Sibéria. Os jornalistas costumam chama-lo “Charles Manson Tuvano”. Vladímir Oidupaa Oiun em suas entrevistas comentou que foi caluniado. Mas é pouco provável, porque o cara foi caluniado 3 vezes (!) e sempre pelo mesmo motivo: estupro.
Alguns jornalistas trataram de apresentá-lo como uma vítima da URSS/GULAG/KGB, mas Vladímir Oidupaa Oiun não teve nenhum conflito político com o poder, seu pai foi presidente de um cooperativo de camponeses (koljoz), aliás formava parte do poder soviético mesmo. Achamos muito ruim que uma parte dos intelectuais nacionalistas tuvanos trata de canonizar os criminosos (sem falar de Oidupaa havia outro músico relevante tuvano - Alexandr Sarjat Ool, que também passou meia vida na prisão, mas ele em suas entrevistas reconheceu seus crimes: roubo, assassinato, etc.).

Ao mesmo tempo é verdade que a República da Tuva até agora tem um alto nível de violência pelo fator de “demographic hump”/explosão demográfica nas condições da depressão econômica e um atraso cultural. A Tuva às vezes é chamada a Chechênia da Sibéria. Contudo vale lembrar que o Ministro da Defesa da Rússia é um tuvano - Serguei Choigu.

Foi na prisão soviética, depois de ser "caluniado" pela primeira vez, onde Vladímir Oidupaa Oiun aprendeu a tocar acordeão (as aulas de música e outras formas de ressocialização nas prisões soviéticas eram uma normalidade).

Foi na prisão, depois de ser “caluniado” pela segunda vez, onde Vladímir Oidupaa Oiun se graduou à distância (educação superior à distância nas prisões soviéticas era uma normalidade, essa educação era paga, e, sendo um preso, Oidupaa obviamente deveria ganhar suficiente, trabalhando na prisão mesmo, para pagar sua educação à distância. Ele trabalhou na prisão como um gravador de metais).

No final dos anos 80, Vladímir Oidupaa Oiun ganhou a popularidade nos festivais de música étnica em Tuva. Ele fez várias turnês por sua região, fez muitos concertos nas ruas. Nesse período, Vladímir Oidupaa Oiun tinha contatos com várias seitas protestantes, onde seu talento foi descoberto pelos missionários estrangeiros: em 1991, o artista foi convidado para dar shows na Suécia. Esta turnê foi seu triunfo. Durante os concertos, os suecos mediam a temperatura do artista, aplicavam diferentes sensores na garganta dele para entender o milagre de kargyraa-oidupaa.

Então, a essa altura do campeonato, Vladímir Oidupaa Oiun foi “caluniado” a terceira vez. E foi na prisão, no escritório do chefe da prisão, onde o artista gravou seu único disco “A música divina desde a prisão”. O disco lhe deu uma popularidade mundial. Depois de voltar para casa o artista virou uma lenda do underground, mas sua saúde ficou acabada (as prisões da Rússia pós-soviética já são diferentes das prisões de antes). O homem participou na campanha eleitoral do chefe da região, foi uma lenda regional. Uma admiradora do canto difônico do Japão, Taeko Kana até viajou à Tuva para gerenciar as gravações do gênio e de fato essa mulher foi responsável pela manutenção de sua vida (tratamento médico, etc.).

O ponto culminante dessa história estranha foi a participação de Vladímir Oidupaa Oiun no show da televisão russa “Minuto da Glória”: onde um júri de 3 estrelas de TV russa (uma escritora liberal e 2 comediantes) valorizam os trabalhos artísticos das pessoas selecionadas para o show. As estrelas do júri (produto da degradação da cultura russa dos anos 90) nem deixaram Vladímir Oidupaa Oiun terminar sua canção. A interpretação do gênio tuvano foi interrompida 3 vezes! Vladímir Oidupaa Oiun foi ridicularizado pelo apresentador do show e pelo público.

воскресенье, 28 февраля 2016 г.

A Viagem Transiberiana. Pacote Básico. Lago Baikal.

Há pouco tempo um amigo do Brasil me pediu que lhe consultasse sobre a viagem Transiberiana mais econômica do mundo. Como eu trabalho com várias agências especializadas na viagem Transiberiana, então eu perguntei sobre as tarifas a uma colega, que costumava organizar os tours ao Lago Baical para os grupos de espanhóis... Trabalho muito com esses espanhóis em Moscou, lembro que eles são todos mochileiros e me passam a impressão de que fazem um turismo mega econômico.

As tarifas da minha colega resultaram ...chocantes! Eu mesmo com minha experiencia de gerenciar os tours em Moscou e São Petersburgo reconheço que as tarifas da "agência de mochileiros" são altas demais.

Acredito que a Viagem Transiberiana, a viagem para o Lago Baical, o mais profundo, o mais limpo e o mais antigo da terra, deve ser um tour muito solicitado e deve ser um tour bastante económico, porque de fato quase todos os trens da Rússia são transiberianos, há muita oferta!

É legal conhecer as cidades como Cazan (capital do Tartarstão, que fica no rio Volga, representando um mundo especial do islã russificado), Ecaterinburgo (a fronteira entre Europa e Ásia, onde se acabou a dinastia dos Romanov), Irkutsk (antiguíssima cidade da Siberia, fundada como uma prisão), é legal fazer um tour da Ferrovia de Circum-Baikal, mas não é legal pagar excessivamente!

Por isso eu consultei os preços dos apartamentos em cada cidade da rota, encontrei os guias locais, analisei os custos de passagens de trem na página oficial da RZhD e lhes apresento um pacote básico de sua Viagem Transiberiana mais econômica do mundo, calculada para 2 pessoas. 

Quanto mais pessoas formam o grupo, mais econômico sai o tour! Os preços podem variar um pouco em função da temporada (passagens de trens) e em função do baile da taxa de cambio. 

Consulte! Apresentação de Slides:

http://www.slideshare.net/VitalyLizov/a-viagem-transiberiana-pacote-bsico


среда, 24 февраля 2016 г.

os povos deportados unem os liberais, neo-nazistas e euro-comunistas

Um dos mitos negros antisoviéticos e como consequência anti russos é o mito da injusta Deportação de Povos na URSS. De grosso modo, segundo este mito, certos povos do Cáucaso (entre eles tchetchenos, ingushi), da Crimeia (tártaros) e das repúblicas bálticas foram deportados nas condições da Segunda Guerra Mundial por causa de sua "rebelião" contra o "regime totalitário de Stalin".

Celebrando os dias respectivos da deportação, os líderes das repúblicas étnicas costumam amaldiçoar o grupo governante da URSS no seu período heroico. Foram erguidos muitos monumentos que mostram a tragédia da "deportação injusta". Estes monumentos são uma base ideológica perfeita para causar, num futuro, o separatismo ou um purgatório étnico dos russos, porque os russos são "estalinistas inatos, sem dúvida". "Acaso não é uma bomba atômica baixo o predio da Rússia"?

O mito da injusta deportação é super popular tanto entre os liberais, como entre os neonazistas e euro-comunistas. A lógica deste mito é bastante primitiva:

1) Stalin igual aos piores czares, era um déspota e não podia passar nem um dia sem repressões, especialmente, durante a guerra. Stalin reprimia todos os povos da URSS, por isso são justificados qualquer ato de insurreição contra o "regime", deserção durante a guerra, colaboração de todos os níveis e o banditismo. Não importa as consequencias! A URSS de Stalin não deveria existir!

De tal jeito para os neonazistas todos os colaboradores ucranianos/russos/letonos/tchetchenos/tártaros, etc. do Terceiro Reich são heróis nacionais-socialistas. Para os liberais e euro-comunistas são heróis, que lutavam por sua "liberdade", contra o império (igual aos armênios na Turquia Otomana durante a Primeira Guerra Mundial).

2) Apesar de que o número das pessoas que participaram na "luta contra o regime" fosse "irrelevante", afirmam estes contistas, o "regime" aplicou o principio da "responsabilidade coletiva". Os povos foram deportados completamente... O direito moderno não pode aceitar este principio do direito tradicional. A responsabilidade deve ser somente individual!

Acreditamos que a construção deste mito como tal não aguenta crítica nenhuma. Mas vamos apresentar a opinião contraria:

1) É permissível a comparação do regime de Stalin com as monarquias estatistas do Ivã, o Severo, ou Pedro, o Grande. Ao mesmo tempo as repressões não foram arbitrárias e absurdas, tiveram sua lógica da conservação do estado nos interesses da maioria dos povos da Rússia/URSS. Além disso não se tratava de uma luta nacional libertadora das etnias sublevadas, senão deserção, banditismo e colaboração em massa com o inimigo.

2) A deserção, banditismo e colaboração com os nazistas entre os tchetchenos, tártaros da Crimeia, etc. eram EM MASSA (mas de 60% dos soldados tchetchenos, por exemplo), - afirmam os historiadores não tendenciosos. Se o "regime" de Stalin aplicasse o principio da responsabilidade individual, o governo deveria executar a maior parte dos homens das éntias em questão, o que seria um verdadeiro genocídio. Por isso a deportação dos povos completos, aplicação do principio da responsabilidade coletiva, foi a melhor solução, foi um jeito de salvar estes povos. Os povos deportados seguíam crescendo, os filhos desses povos não sofreram discriminação nenhuma no acesso à educação nem na ascensão social.

Por que os thetchenos ou tártaros da Crimeia desertaram em massa, preferindo a pilantragem e colaboração com os nazistas? Ninguém fala de sua "inferioridade étnica"! Simplesmente a tradição destes povos era pirata, havia ressentimento pelo choque da coletivização e a modernização soviética ainda não conseguiu liquidar nem essas tradições piratas nem esse ressentimentos até o inicio da Segunda Guerra Mundial.

P.S.

Não nos esqueçamos que o "melhor país do mundo", os EUA, também aplicaram, nas condições da Segunda Guerra Mundial, o principio da responsabilidade coletiva. Todos os japoneses étnicos, cuidadões dos EUA, foram internados nos campos de concentração devido a Pearl Harbor - eles não eram bandidos, nem colaboraram em massa com o Japão! Também os ingleses e os estadunidenses bombardearam Dresden e outras cidades da Alemanhã sem muito sentido prático, o que foi simplesmente uma missão punitiva contra o povo alemão (os anglo-saxões mataram 25-135 mil homens, mulheres e crianças lá). Os EUA atiraram 2 bombas atômicas contra o Japão simplesmente para aterrorizar o governo da URSS. Por acaso todos os 140 mil japoneses assassinados pelos EUA eram soldados do Japão? É o mesmo principio da responsabilidade coletiva.

Por que os presidentes do Japão ou da Alemanhã não amaldiçoam aos líderes dos EUA e da Inglaterra do período da guerra por seus crimes reais?

Por que os líderes dos tchetchenos, etc. na Rússia fazem isso pelos crimes inventados?

Moscou de 1961, visto com os olhos de espião

Pese a comentarios sarcásticos dos jornalistas dos EUA, podemos ver que os moscovitas de 1961 são muito abertos, tolerantes, despreocupados por seu "privace". Prontos de ajudar, compartilhar, entender.

O ano 1961. Um ano antes da Crise Caribenha. Os mísses nucleares dos EUA já estão na Turquia, visando Moscou. 

Desde 1945 já são desenhados muitos planes da eliminação física da gente soviética: “Totality”, “Pincher”, “Dropshot”, “Broiler/Frolic”, “Charioteer”, “Halfmoon/ Fleetwood”, “Trojan”, “Off-tackle”.

a festa do 23 de Fevereiro na Rússia

O dia 23 de Fevereiro é o Dia do Defensor da Patria. Primeiro, o Dia do Exército Vermelho e Frota, logo o Dia do Exército Soviético e Marinha e agora o Dia do Defensor da Patria.

Achamos que o Exército Soviético era o núcleo do Comunismo Russo. Lá em trincheiras da Primeira Guerra Mundial, se formou o sonho duma sociedade justa e sem castas. Somente graças ao povo armado por causa da Primeira Guerra Mundial, os bolcheviques conseguiram interceptar o poder do governo do capital estrangeiro (o governo provisorio do Fevereiro).

Na primeira etapa do Exército Vermelho, até foram eliminados os graus de oficiais e insígnias de ombro. A gente esperava uma revolução mundial e queria cortar os laços com o mundo antigo. O militarismo foi visto como um fenômeno temporário.

Não havia insígnias, mas claro que havia hierarquia militar e classificação de acordo com o nível de responsabilidade e qualificação profissional.

Em lugar da Revolução Mundial aconteceu a Mobilização Fascista do Ocidente. O Exército Vermelho restabeleceu os graus de oficiais e insígnias de ombro. De fato, o Exército restaurou a estrutura do Exército Imperial, mas o organismo da sociedade da URSS ficou socialista. Os soviéticos construiram uma sociedade-familia, cujo núcleo era o exército.